Operador tucano tinha mais de R$ 100 milhões em espécie em "bunker da propina" em São Paulo

Roberto Pozzobon, procurador da República, em coletiva sobre a 60ª fase da Lava Jato, reforça que Paulo Preto participou de um esquema de lavagem de dinheiro que envolve um montante de mais de 100 milhões de reais.

“Queremos obter mais provas do quebra-cabeça do esquema criminoso de lavagem.”

O procurador Roberson Pozzobom disse em coletiva que Paulo Preto mantinha um apartamento somente para guardar o dinheiro em espécie que era usado no esquema investigado na 60ª fase da Lava Jato.

“Podemos dizer que o bunker de Paulo Preto tinha o dobro do dinheiro encontrado no apartamento de Geddel.”Um dos cômodos, explicou ele, “era úmido” e o operador do PSDB, preso hoje mais uma vez pela Lava Jato, tinha que colocar as notas para “tomar sol”.

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