Coaf não atesta ilegalidades, mas a suspeita é que havia mesmo repasse de parte do salário dos servidores

Com informações do blog e de O Antagonista

O  que era apenas uma suspeita se torna a cada dia mais claro. Nessa terç, o Jornal Nacional constatou que dinheiro entrava na conta de Fabrício Queiroz, ex-motorista do deputado estadual Flávio Bolsonaro, nos mesmos dias ou pouco depois que funcionários da Alerj recebiam seus salários.

Em março, abril, maio, junho, agosto e novembro de 2016 houve depósitos no mesmo dia do pagamento. Em dezembro, houve depósitos um dia depois do salário e no mesmo dia em que foi pago o décimo-terceiro para os funcionários da Alerj.

Os saques em dinheiro ocorreram nos mesmos dias dos depósitos nos meses de março, abril, maio, junho e novembro. Na maioria das vezes, eram tirados R$ 5 mil em espécie, limite numa mesma agência bancária.

Foram identificadas 9 funcionários da assembleia nas movimentações financeiras do ex-motorista de Flávio Bolsonaro. O relatório do Coaf não atesta ilegalidades, mas a suspeita é que Fabrício Queiroz repassava parte do salário dos servidores do gabinete.

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