Novo presidente do TCU, José Múcio, quer dar especial atenção as análises de pedidos dos processos de desestatizações

Por Ricardo Antunes

 

Assim que assumir a presidência do TCU  o ministro José Múcio vai colocar em pauta um dos  principais pontos de sua gestão. Ele planeja tratamento especial aos processos de desestatizações. A privatização de estatais é uma das principais pautas defendidas pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

A solenidade será na terça-feira (10)  e deverá ser muito prestigiada já que a trajetória pública do pernambucano o coloca como um dos homens mais respeitados do país, quer pela elegância no trato com as pessoas, quer pela probidade e o espírito público  com que sempre atuou nos diversos cargos públicos que ocupou.

 

Em relação aos processos de desetatizações o  TCU já  estuda a criação de uma secretaria especial para cuidar das privatizações e concessões anunciadas pelo governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

A criação de uma secretaria especial ou a designação de uma equipe específica para analisar os projetos dependerá dos anúncios do próximo governo, confidenciou ao blog uma fonte do tribunal.

A intenção do órgçao fiscalizador de contas é o de dar respostas rápidas na análise de processos desse tipo.

 

No seu mandato á frente do tribunal, o novo presidente  também pretende reforçar as auditorias realizadas pelo Tribunal. Para isso, integrará o pessoal lotado em secretarias em outros Estados ao trabalho do TCU em Brasília, por meio do teletrabalho.

 

O ministro José Mucio Monteiro foi eleito na última quinta (06)  por 8 votos a 1, em substituição a Raimundo Carreiro. Na mesma sessão, a ministra Ana Arraes foi escolhida vice-presidente, cargo que acumulará com a função de corregedora do TCU.

A eleição só não foi unanimidade pois o presidente, eticamente, se negou a votar em si mesmo e deu, elegantemente, um voto a Ana Arraes, A posse dos novos dirigentes está marcada para as 11 horas dessa terça.

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