Atos pró-Bolsonaro no domingo (30) estão marcados para todas as capitais

Com informações do Poder360

No domingo (30.jun.2019) ocorrerão atos pró-Bolsonaro em todo o país. Segundo levantamento realizado pelo jornal Gazeta do Povo, as manifestações estão marcadas para todos os 26 Estados e o Distrito Federal. São mais de 150 cidades com atos programados.

O MBL (Movimento Brasil Livre), 1 dos organizadores das protestos, confirmam levantes em todas as capitais do país. Além disso, há manifestações marcadas em outros países. São eles: Estados Unidos, Canadá, Suíça, Holanda e Portugal.

A motivação das manifestações é a defesa da Lava Jato. Bolsonaristas planejam uma resposta após os vazamentos de conversas atribuídas ao ex-juiz Sergio Moro e à procuradores da operação baseada em Curitiba (PR).

Além disso, também reivindicam a aprovação da reforma da Previdência e do pacote anticrime, do agora ministro Sergio Moro (Justiça).

A maior concentração de pessoas deverá ocorrer em São Paulo. Os atos na capital paulista estão marcados para às 14h, tradicionalmente na Avenida Paulista, no centro da cidade. As informações são do movimento Vem pra Rua.

Além dos paulistanos, moradores de Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília se reunirão para apoiar o atual governo. A diferença é que nestas capitais os encontros estão marcados para mais cedo, às 10h.

MBL E MORO

Entre as mensagens divulgadas pelo The Intercept, há uma conversa que mostra que o então juiz Moro pediu a Deltan que o ajudasse a conter o MBL após 1 protesto em frente ao apartamento do ministro Teori Zavascki em Porto Alegre (RS).

Na ocasião, os militantes estenderam faixas que chamavam Zavascki de “pelego do PT” e pediam que deixasse “Moro trabalhar“.

“Não sei se vcs tem algum contato mas alguns tontos daquele movimento brasil livre foram fazer protesto na frente do condomínio do ministro”, digitou Moro no Telegram. “Isso não ajuda evidentemente.”

Porém, 1 áudio divulgado em 23 de junho pelo grupo mostrou o ministro pedindo desculpas por pelo acontecido.Segundo 1 dos líderes do movimento, Renato Battista, a ofensa, mesmo que verdadeira, não vai interferir no apoio ao chefe da pasta de Justiça e Segurança Pública.

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da Redação

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