Ditadura Cubana abandona o Programa Mais Médicos. Falta devolver o dinheiro que o BNDES colocou no porto Mariel

 

O governo cubano acaba de anunciar que vai se retirar do Programa Mais Médicos, diz os principais jornais. A alegação é de que as condições impostas pelo futuro governo de Jair Bolsonaro são “inaceitáveis”, uma vez que, elenca a ilha, a equipe do presidente eleito pôs em questão a preparação dos médicos cubanos, condicionou a permanência deles à validação do diploma e colocou como única via a contratação individual.

 

A ditadura cubana costumava embolsar 75% do valor gasto pelo governo brasileiro com o programa “Mais Médicos”, que representa 11 bilhões de dólares para a ilha.

Mesmo assim, Cuba ainda não pagou o que deve ao BNDES pela construção do porto de Mariel pela Odebrecht.

Recentemente, uma missão brasileira esteve na ilha para resolver o atraso no pagamento, e Cuba pediu que as cotas de 2018 e 2019 fossem reprogramadas.

Agora a ditadura caloteira abandona o ‘Mais Médicos’, posando de vítima das condições impostas pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Cuba sente saudades da transigência petista com o dinheiro dos brasileiros e o cerceamento à liberdade (e ao salário) dos próprios cubanos.

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